sexta-feira, 19 de março de 2010

Simples comentário Tecnológico

Ao que chamamos hoje de multimidia são as várias formas ou expressões de fundos comunicacionais tecnológicos. Nas últimas décadas houve uma difusão dos computadores, tornando-os cada vez mais potentes, o mundo virtual, as redes de comunicação, que formaram um novo mundo o 'ciberespaço', onde milhares de individuos conectam em seus endereços vituais e "graças as redes digitais, as pessoas trocam todo tipo de mensagens... conferências eletronicas... constroem juntos mundos virtuais puramente lúdico..., mas dedicam-se também ao ódio e a enganação", tornando-se um mundo (quase) real.
Todo processo de informatização ainda esta em construção, na qual somos participantes ativos, desde que avaliemos a importância e a nessecidade da estruturação desse mundo, pois mesmo não fazendo nada o mundo gira e a transformação existe e é continua.
A estruturação desse 'mundo' esta sendo construido num espaço sem fronteiras, com puro dinamismo, um 'Big Brother' (1984, George Orwell) ao avesso: nós de olho no desenvolvimento e nas regras que "progressivamente inventariamos as técnicas, os sistemas de signos, as formas de organização social..., intelectuais e espirituais..., negociar em tempo real e em todas as escalas as soluções práticas aos complexos problemas que estão diante de nós".
"As línguas são feitas para a comunicação no interior de pequenas comunidades", mas a cultura, rica de saberes, é especifica. A cibercultura seria uma fusão, um relacionamento com a contribuição de todos, numa enorme dimensão, onde é sensato dizer que "ninguem sabe tudo, todos sabem alguma coisa, todo o saber está na humanidade", a troca de informações, a inteligência coletiva só assumiria seu papel se todos nós interagissemos para fundir, valorizar a nossa história (coletiva) e a valorização do processo e potencial progressivo da humanidade.
Texto baseado do prólogo do livro "Inteligência coletiva" de Pierre Lévy

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